quinta-feira, 4 de novembro de 2010

domingo, 31 de outubro de 2010

Eu fico pensando naquela menina o tempo inteiro
eu durmo pensando nela, sonho com ela e acordo pensando nela
eu n consigo mais viver, n sei mais o q eu faço
se eu bebo eu penso nela, se eu me drogo eu penso nela
se eu fico sóbrio eu penso nela
eu penso toda hora
independente de onde eu estiver
eu posso estar em casa, no cinema ou na balada
eu penso o tempo todo

sábado, 16 de outubro de 2010

Limpo

Não é por perder o orgulho que decidimos entregar os pontos. Não é por rancor, nem por raiva e nem qualquer outro sentimento q remeta discussão ou briga. É por tristeza.
Passei por cima das diferenças culturais, religiosas, e, consequentemente, comportamentais por amor.
É com muita tristeza que descubro que isso não é suficiente se duas pessoas tem objetivos distintos e idéias contrarias sobre o que é o ideal e o que gostariamos que acontecesse. Na verdade seria tolerável se a verdade não fosse tão dolorida e se ao menos o objetivo mutuo fosse ficar juntos.
Me sinto ferido. Não por alguém, mas por acreditar d+ que eu pudesse fazer diferente, ser diferente e que isso pudesse fazer alguma diferença sobre tudo o que aconteceu e sobre os erros que cometi antes. O bom e velho conceito do novo eu.
Sou feliz pelo ser humano que, graças a tudo isso, eu me tornei. Sou feliz em poder ajudar os outros do meu jeito e a ajudar as pessoas que amo, as que não amo e as q não conheço quando precisam de mim. Por dar valor a familia e a esquecer meus princípios (que só servem para serem questionados e quebrados por mim mesmo) por amor. Se isso ao menos tivesse valor nessa história, eu seria de fato muito feliz.
Terei que conviver com o coração fraco e já cansado a algum tempo. Com essa pressão baixa que vai me fazer desmaiar por varias vezes. Infelizmente, agora, é tudo o que me resta.


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Fim de linha para mim

Limites! Essa palavra q não sai da minha cabeça. Acho que já perdi as contas de quantas vezes passei dele.
Sou humano e também tenho paciência, que também tem limites. Sou humano e tenho honra, que também tem limites, apesar de não parecer. Já passei dos limites muitas vezes pq sempre estive fora dos meus limites, por respeitar até onde podia, até perder o respeito.

Quem perdeu o respeito antes, o que agride na mente ou o q agride com palavras e atitudes agressivas?!
Não é preciso muito para me agredir na mente, é só tentar me privar das coisas que eu acho certas e que acredito. Me deixar sem ação, me tirar a autoridade própria de decidir o que é melhor para mim. É assim que se chega ao meu limite. Até que fui bem.

Minha honra as vezes é confundida com egoísmo. Na verdade a honra tem muito mais a ver com amor próprio. Definitivamente não tenho me amado muito nos últimos tempos, justamente tentando não ser egoísta e respeitar demais. Chega a ser engraçado, pq sempre acabo desrespeitando sem querer por não entender.
Chegou a hora de desistir. De levantar a bandeira branca e dizer "Eu perdi a guerra!". Sim, porque para mim foi uma guerra injusta. Eu lutava contra 2 adversários, sendo que um era eu mesmo, ou melhor, meus próprios sentimentos.

É muito mais fácil se apoiar em argumentos que acusam ao invés de assumir a própria culpa.
Eu assumo o fardo dos erros que cometo, porque não preciso de argumentos furados para me justificar. Por isso eu paro por aqui.
Virei adepto da discussão assumindo a própria culpa. Por isso, aqui desisto. Pq acho feio falar só da culpa do outro como se fosse a grande culpa.
Vou continuar brigando com as pessoas que amo, pq as vezes é o que elas e eu precisamos para entender algumas coisas e fazer diferente. E, acreditem, não é isso que vai mudar o MEU CARATER.

Hora de pegar minhas coisas e sair. De varrer os cacos pelo chão. De chorar a última gota. De dar o último suspiro. De abrir mão pela razão, para o meu bem, para o bem. O bem que sou de coração.
A vida ensina muitas coisas para nós, e uma delas é seguir em frente, mesmo que sem vontade de seguir. =´/. Ela vai continuar ensinando e eu vou aprendendo a não cair mais em armadilhas como essa.

Uma nova cicatriz no peito, uma cabeça erguida.
Começo a me sentir denovo, GRAÇAS A DEUS.


segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Você conhece...

...o amor?! Já ouviu falar disso que tantos falam?! Já sentiu?! Já sofreu?! Já chorou?!
Esses dias ouvi uma história de uma borboleta que se apaixonou por uma flor. Não foi o pequeno príncipe que tinha sido cativado por sua rosa, foi uma borboleta que teve a sorte de encontrar uma flor de rara beleza escondida entre tantas outras flores.
A principio era uma flor normal, como todas as outras no jardim. Tinha seu perfume e seu charme natural.
A beleza exclusiva dessa flor estava nos mínimos detalhes: no seu caule formoso, em suas petalas macias em que o orvalho escorria sem encontrar obstáculos, na perfeição de suas folhas, na tentação do seu perfume, no sussurrar do vento em todo o seu ser.
Era uma flor diferente: Ela havia sido feita sob medida para o balançar o coração da borboleta, que nem no amor acreditava mais.
TOdos os dias, antes do sol se por, a pobre borboleta pensava como seria possível se apaixonar por uma flor. Tantas outras belas borboletas voando por ai, e ela só pensava em estar com sua flor de rara beleza. Um amor impossível pela lógica, pela física, mas um amor verdadeiro desses que vemos nos filmes e cinema. A diferença é que esta história não teve um final feliz, pois ainda não teve final. A borboleta continua pensando ao por do sol, e sua flor, continua a encanta-la.

O amor as vezes não é justo. Mas onde existe amor, existe esperança de que um dia as coisas fiquem bem e voltem a dar certo. Basta acreditarmos.

Leco.ppt HAUAHUaHUAHAU

domingo, 5 de setembro de 2010

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Esse sentimento não irá passar