terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Rise

Depois de mto tempo, eu voltei a tentar tocar violão.
Eu já sabia alguns acordes básicos, que aliás, continuam sendo os únicos que eu sei. Mas nunca havia tentado tocar uma música inteira, tirando times like these do foo fighters, que eu toco uma versão minha na gambiarra.
Enfim, eis que me veio uma vontade louca de tocar uma música do Eddie Vedder chamada "Rise", que faz parte da trilha sonora do filme "Into the Wild".
Comecei pegando as cifras, que por sinal e felizmente, são velhas conhecidas, como G, C, D. Três notinhas fáceis de se tocar.
Mas como em toda musica, minha dificuldade foi achar a batida. Tive que ouvi-la umas 4 vezes, o que não foi nenhum sacrifício tendo em vista que ela é SENSACIONAL.
Enfim, tive triunfo na minha tentativa. Consegui unir a batida aos acordes e toquei a musica.
Fico ainda mais feliz, pq a letra da música diz mto para mim. Significa muito para o momento que estou passando agora, e por isso, compartilho aqui com vocês.



Grande abraço

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Society cancer

Escolhas, escolhas, escolhas. Dê escolhas é que faço. Dê escolhas é que defino. Seja o som riso ou  do choro sofrido.
É com escolhas que percorro meu caminho. É de escolhas que aprendo a vive-lo.
Se eu pudesse ver para frente, dar uma espiadinha no que o destino me reserva. Escolher as escolhas certas ou saber aprender com as erradas.
Se eu pudesse ter um dado viciado, um dado unário, que só retornasse 1 e sempre 1 como respostas para minhas escolhas.
Pq é tão dificil compreender sem aceitar? Pq é tão dificil se sentir sozinho, mesmo diante da presença de Deus?
Eu sou diferente, como um câncer maligno que insisti em existir dentro de um organismo onde supostamente eu não deveria estar.


Bom ano novo para todos, apesar do apesares.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Mais entrevistas

Amanhã tenho mais uma entrevista. Estou indo meio sem esperanças, mas vou para constar. Tenho planos maiores para minha vida, e talvez eles não envolvam estar amarrado a um escritório.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Desculpe


Blog, Desculpe.
Tenho sido negligente com você. Tenho sido ignorante. Não tenho deixado os meus pensamentos saírem de sua fonte. Não tenho aberto meus sentimentos à ninguém, nem a você.
São tempos difíceis. Tempos de solidão. Tempos de reflexão.
Estou mudando meu ser, blog. Estou mudando minha realidade, minhas coisas e meus pensamentos. Estou mudando o objeto, a orientação e a ordem da matriz. Estou alterando a tabela...atualizando.Mas Mudar dói.
Suportar tudo isso sozinho tem sido uma barra, e das pesadas. Tenho cambaleado pela vida, e entre um empurrão e outro que levo, tomo fôlego onde não existe ar.
Distorço....retorço e vivo. Não à cada momento como se fosse o último, mas a cada momento como se fosse único. Apesar de abatido, consigo sentir a grandeza do agora e desprezar completamente o que será. Se é que será. Não penso mais nisso.
Blog, já não sei mais encontrar a carcaça putrefeita do que fui antes de chegar aqui. A casca toda errada q eu fazia de mim mesmo com a consciência de um monge.
Resolvi então, abstrair minha essência e me fechar.
Dentro deste casulo em que estou, há uma borboleta linda ou uma vespa horrível com veneno mortal. Será que sou uma sou uma borboleta com ferrão ?

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

domingo, 31 de outubro de 2010

Eu fico pensando naquela menina o tempo inteiro
eu durmo pensando nela, sonho com ela e acordo pensando nela
eu n consigo mais viver, n sei mais o q eu faço
se eu bebo eu penso nela, se eu me drogo eu penso nela
se eu fico sóbrio eu penso nela
eu penso toda hora
independente de onde eu estiver
eu posso estar em casa, no cinema ou na balada
eu penso o tempo todo

sábado, 16 de outubro de 2010

Limpo

Não é por perder o orgulho que decidimos entregar os pontos. Não é por rancor, nem por raiva e nem qualquer outro sentimento q remeta discussão ou briga. É por tristeza.
Passei por cima das diferenças culturais, religiosas, e, consequentemente, comportamentais por amor.
É com muita tristeza que descubro que isso não é suficiente se duas pessoas tem objetivos distintos e idéias contrarias sobre o que é o ideal e o que gostariamos que acontecesse. Na verdade seria tolerável se a verdade não fosse tão dolorida e se ao menos o objetivo mutuo fosse ficar juntos.
Me sinto ferido. Não por alguém, mas por acreditar d+ que eu pudesse fazer diferente, ser diferente e que isso pudesse fazer alguma diferença sobre tudo o que aconteceu e sobre os erros que cometi antes. O bom e velho conceito do novo eu.
Sou feliz pelo ser humano que, graças a tudo isso, eu me tornei. Sou feliz em poder ajudar os outros do meu jeito e a ajudar as pessoas que amo, as que não amo e as q não conheço quando precisam de mim. Por dar valor a familia e a esquecer meus princípios (que só servem para serem questionados e quebrados por mim mesmo) por amor. Se isso ao menos tivesse valor nessa história, eu seria de fato muito feliz.
Terei que conviver com o coração fraco e já cansado a algum tempo. Com essa pressão baixa que vai me fazer desmaiar por varias vezes. Infelizmente, agora, é tudo o que me resta.