quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O Raio que me parta

Ahhh essa história de mentira e essa merda que me ronda. E quanto mais sinto o cheiro, mais merda vem a tona.
Pode ser o enxofre do inferno, ou só o cheiro da bosta ,que vem dessa sociedade lixo, se propagando.
Ahh essas mentiras. Queria viver de verdade, na verdade, independente de onde fosse. Mas não vivo. Tenho que conter, abstrair, omitir e mentir.
Mas nós mentimos tanto. Ou melhor...pq acreditamos em nossas próprias mentiras.

Desde que prometi ser verdadeiro, comigo mesmo, com meus sentimentos e com os outros, só apanhei na cara.
Os humanos comuns preferem a mentira do que a verdade. Se admiram mais pelas pessoas que mentem e ostentam, do que por aquelas que assumem o que fazem e são.
A verdade machuca tanto que preferimos nós mesmos criamos o nosso universo perfeito, como se o universo já não fosse suficiente sendo um só. E nele criamos nossas regras do que aceitamos e não aceitamos...e o que nos serve e o q nos é lixo.
Q lixo é esse que descartamos. São pessoas?! São momentos?! São Histórias?! Ainda não fizeram um aterro sanitário para idéias?!

Pq ainda fingimos não manipular o mundo para conspirarem e partilharem do nosso ponto de vista?!
Fingimos enquanto podemos estar tudo bem para ludibriar aqueles que não nos conhecem tão bem ,ou, aqueles que acham que conhecem.

sábado, 8 de janeiro de 2011

O Zeca Baleiro sabe das coisas

Não dá pé
Não tem pé, nem cabeça
Não tem ninguém que mereça
Não tem coração que esqueça
Não tem jeito mesmo
Não tem dó no peito
Não tem nem talvez ter feito
O que você me fez desapareça
Cresça e desapareça...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Rise

Depois de mto tempo, eu voltei a tentar tocar violão.
Eu já sabia alguns acordes básicos, que aliás, continuam sendo os únicos que eu sei. Mas nunca havia tentado tocar uma música inteira, tirando times like these do foo fighters, que eu toco uma versão minha na gambiarra.
Enfim, eis que me veio uma vontade louca de tocar uma música do Eddie Vedder chamada "Rise", que faz parte da trilha sonora do filme "Into the Wild".
Comecei pegando as cifras, que por sinal e felizmente, são velhas conhecidas, como G, C, D. Três notinhas fáceis de se tocar.
Mas como em toda musica, minha dificuldade foi achar a batida. Tive que ouvi-la umas 4 vezes, o que não foi nenhum sacrifício tendo em vista que ela é SENSACIONAL.
Enfim, tive triunfo na minha tentativa. Consegui unir a batida aos acordes e toquei a musica.
Fico ainda mais feliz, pq a letra da música diz mto para mim. Significa muito para o momento que estou passando agora, e por isso, compartilho aqui com vocês.



Grande abraço

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Society cancer

Escolhas, escolhas, escolhas. Dê escolhas é que faço. Dê escolhas é que defino. Seja o som riso ou  do choro sofrido.
É com escolhas que percorro meu caminho. É de escolhas que aprendo a vive-lo.
Se eu pudesse ver para frente, dar uma espiadinha no que o destino me reserva. Escolher as escolhas certas ou saber aprender com as erradas.
Se eu pudesse ter um dado viciado, um dado unário, que só retornasse 1 e sempre 1 como respostas para minhas escolhas.
Pq é tão dificil compreender sem aceitar? Pq é tão dificil se sentir sozinho, mesmo diante da presença de Deus?
Eu sou diferente, como um câncer maligno que insisti em existir dentro de um organismo onde supostamente eu não deveria estar.


Bom ano novo para todos, apesar do apesares.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Mais entrevistas

Amanhã tenho mais uma entrevista. Estou indo meio sem esperanças, mas vou para constar. Tenho planos maiores para minha vida, e talvez eles não envolvam estar amarrado a um escritório.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Desculpe


Blog, Desculpe.
Tenho sido negligente com você. Tenho sido ignorante. Não tenho deixado os meus pensamentos saírem de sua fonte. Não tenho aberto meus sentimentos à ninguém, nem a você.
São tempos difíceis. Tempos de solidão. Tempos de reflexão.
Estou mudando meu ser, blog. Estou mudando minha realidade, minhas coisas e meus pensamentos. Estou mudando o objeto, a orientação e a ordem da matriz. Estou alterando a tabela...atualizando.Mas Mudar dói.
Suportar tudo isso sozinho tem sido uma barra, e das pesadas. Tenho cambaleado pela vida, e entre um empurrão e outro que levo, tomo fôlego onde não existe ar.
Distorço....retorço e vivo. Não à cada momento como se fosse o último, mas a cada momento como se fosse único. Apesar de abatido, consigo sentir a grandeza do agora e desprezar completamente o que será. Se é que será. Não penso mais nisso.
Blog, já não sei mais encontrar a carcaça putrefeita do que fui antes de chegar aqui. A casca toda errada q eu fazia de mim mesmo com a consciência de um monge.
Resolvi então, abstrair minha essência e me fechar.
Dentro deste casulo em que estou, há uma borboleta linda ou uma vespa horrível com veneno mortal. Será que sou uma sou uma borboleta com ferrão ?

quinta-feira, 4 de novembro de 2010