Um canarinho chamado Phoenix vivia de voar cantarolando sem parar por entre as árvores do cerrado. Cantava, cantava, cantava, mas não era feliz.
Um dia, enquanto voava desatento, bateu com a cabeça em um galho e caiu no rio.
O canarinho chamado Phoenix achou que ia morrer afogado, mas já não temia mais a morte: Havia morrido a mto tempo.
Phoenix pensou " Eu não sei mais porque viver. Meu canto encata a todos, mas sangro por dentro. Meu canto é meu choro e meu coração já não tem mais vontade de bater".
Então, entregou seu corpo a correnteza e deixou nas mãos do destino sua insatisfeita vida de canarinho cantador.
Enquanto era jogado rio abaixo, foi pensando na vida sem glória que levou. Nos amores q desperdiçou. Nuas chances que não uso. Phoenix então pensou: " Do tanto que fiz, de nada me orgulho". Uma vida de mentiras tão grandes para um canarinho tão pequeno. Sua existência era vazia e sem graça. Phoenix queria terminar de matar fisicamente o que já havia morrido no coração.
Subitamente, o rio deu espaço ao vazio. Phoenix havia sido arremessado pela correnteza cachoeira abaixo.
Enquanto caia, seus olhos se fecharam e seu coração bateu mais forte. Sua mente cheia de problemas passou a não existir mais. Phoenix então abriu suas asas e renasceu. Dedicou-se 100% àquele momento. Esqueceu os amores, as mentiras e seu passado. Não se lembrou do que era e viu o que é. Sua queda livre fez a palavra "paz" tomar um novo sentido em sua vida.
Apesar de alta, a queda não assustou o pequeno canarinho, que deixou a gravidade agir sobre seu corpo.
A cada metro, Phoenix só conseguia pensar no vento e nas pequenas particulas de água que se misturavam fazendo uma névoa branca e espessa que molhava todo o seu corpo.
O canário então começou a bater suas asas e voou para o galho mais próximo.
Por um instante, Phoenix viveu seu momento.
Em uma queda livre de 25 metros, em um dia ordinário e em uma cachoeira ordinária, Phoenix teve uma experiência especial que marcará sua vida para sempre: Ele viveu o agora.
Pensativo no galho, começou a tentar achar explicações para o que aconteceu. Passou ali algum tempo até processar tudo o que sentiu nestes poucos minutos que passaram entre o antes e o agora.
Pensou, pensou, pensou..... e resolveu levantar voo cantarolando pelo cerrado
------------------------------------------------------------
Não gosto de escrever este tipo de texto. Alias, não sei escrever este tipo de texto. Escrevi pq deu vontade. O final não é o que eu gostaria, mas é o justo.
ql é o final q gostaria, então, oh little Phoenix? rsrsrsrs
ResponderExcluir(vc bem q podia ter aceitado minha sugestão d colocá-lo escondido, neh...)
Ah!... só p/ vc saber: eu gostei da sua fábula, ta. Acho q vc sabe escrever este tipo de texto sim; vc sabe trabalhar c/ metáforas e consegue propôr bons temas p/ reflexão... gostei da moral apresentada nele.
ResponderExcluir(hehe...só faltaram algumas correções gramaticais, p/ as quais eu me ofereço gratuitamente se vc quiser...hehe).
Análises + aprofundadas eu deixo p/ fazer pessoalmente.
bjoks!
Ahhh, eu escrevo de qqr jeito mesmo. Esse negócio de pontuação me deixa louco.
ResponderExcluirVc sempre deixa para comentar pessoalmente e nunca faz isso.
ããã... falou oq faz, neh (lembra do meu niver? ahauahauaaha)
ResponderExcluirMas eu vou fazer sim, deixa só a gnt ter um tmpo + tranqüilo p/ conversar, q eu discuto contigo sobre esse tema.
Um BJAUM e Bom Dia p/ tu, meu chuchu! hehehe